Rosa & Araújo

“NORBERTO ODEBRECHT, o construtor de talentos”.
                                                                                      

                                                                              Emilton Moreira Rosa

“Esforça te para realizar o verdadeiro humanismo! Sê fiel a ti mesmo e, à medida que te transformes no homem pensante, introspectivo, não deixes, também, de ser, na medida de tuas forças, um homem de ação.”
(Goethe, in Discurso Comemorativo)


         É grande, e sobretudo honrosa, a missão de falar, aqui, nesta casa do saber, “santuário de raro esplendor”, cujas paredes, móveis e freqüentadores respiram e transpiram fluidos da inteligência baiana. Casa do professor Francisco da Conceição Menezes, meu laureado mestre, no saudoso Gymnasio da Bahia, onde aprendi com professores eméritos, a exemplo de Lázaro Sodré, Filomeno Cruz e Sócrates Marback, homens de cor e ação.
           
Responsabilidade maior é vir aqui falar de uma família de pioneiros alemães, aqui chegados em 1856, trazidos pelo Dr. Hermann Bruno Otto Blumenau: falo da família ODEBRECHT e do seu destacado e ilustre membro, Eng° NORBERTO ODEBRECHT.

Das origens:
A família Odebrecht tem suas raízes na Pomerânia Prussiana, na República Federal da Alemanha. Seu berço é a cidade de Greifswald, próxima do litoral do Mar Báltico. Especialistas em genealogia pesquisaram as origens da família ODEBRECHT, registrando ser um nome alemão antiqüíssimo, escrito como ALBRECHT e ENGELBRECHT. No alemão antigo (ALTOCHDEUTSCH), UODELBRECHT significava grande proprietário por herança.

Nos arquivos de Greifswald, o nome ODEBRECHT consta em um documento de 1387, na pessoa de HERMANN ODEBRECHT, que se presume tenha vindo de Rostock para se estabelecer em Greifswald. Ele e seus descendentes ocuparam altas funções e se situaram próximo da nobreza.

Na linhagem familiar vamos encontrar AUGUST ODEBRECHT, nascido em 17 de abril de 1803 que foi formado em direito e magistrado de alto conceito. Casou se com BERTHA L’OEILLOT DE MARS com quem teve cinco filhos: EMIL, MARIE, HEDWIG, ANNA e RUDOLF.

Cabe aqui registrar que um dos membros da família, MARIANA PHILIPINA JOHANNA ODEBRECHT, criou uma importante instituição que foi denominada FUNDAÇÃO “JOHANA ODEBRECHT”. A preocupação desta fundação para mulheres nos remete ao pensamento de Lord BADEN POWEL, quando cita em seu guia do chefe escoteiro que “As meninas são as mais importantes, porque, quando as mães de uma nação forem boas cidadãs e mulheres de caráter, elas farão certamente com que seus filhos tenham também essas qualidades”.

O brasão dos ODEBRECHT se encontra reproduzido na Revista Genealógica Brasileira, volume VI, ilustrando o artigo “famílias brasileiras de origem germânicas”.

Em 1861, EMIL ODEBRECHT, na condição de engenheiro e cartógrafo se reúne ao doutor HERMANN BLUMENAU no vale do Itajaí, em Santa Catarina, onde funda a colônia de Blumenau. Ali ele deixa registro das suas qualidades profissionais e humanas: têmpera, abnegação e coragem.

EMIL casou se com BERTHA, filha do seu companheiro de expedição HEINRICH BICHELS. Do casal nasceram quinze filhos. EMÍLIO ODEBRECHT é neto de EMIL e BERTHA. Casa-se com HERTHA, com quem tem três filhos: ÉRIKA, GERDA e NORBERTO. NORBERTO ODEBRECHT, o homem, o empresário e o criador de talentos.

NORBERTO ODEBRECHT, por seu turno, casou se com YOLANDA BALALAI DE CARVALHO ALVES e tem como herdeiros biológicos: EMÍLIO, ILKA, MARTHA, EDUARDO e NORBERTO JÚNIOR.

São seus herdeiros pedagógicos cerca de sessenta mil colaboradores, distribuídos em 82 obras no Brasil e 83 no exterior, atuando nas áreas química e petroquímica; engenharia e construção; produção de açúcar e álcool. Hoje a Organização Odebrecht atua no Brasil e nas Américas, do Sul, Central e do Norte; na África; na Europa; na Ásia e no Oriente Médio.

Já se disse que NORBERTO ODEBRECHT seria considerado um Rei Midas, em face do toque mágico imprimido aos seus empreendimentos. Todavia o título que melhor lhe cabe é o de criador de talentos, conforme escreve o professor Antônio Carlos Gomes da Costa, no seu livro “Ser Empresário - o Pensamento de Norberto Odebrecht”, onde cita: “A filosofia de vida centrada no trabalho e na educação proposta por Norberto Odebrecht estrutura-se em torno da atividade produtiva da pessoa, eixo central de seu estar no mundo. Ela remete a questão do homo faber como produtor de bens, serviços, conhecimentos e acontecimentos”, e ainda, “Norberto Odebrecht é no Brasil, e, possivelmente também no mundo, o pioneiro desse novo caminho”. Ele assegura mais adiante “Norberto Odebrecht concebeu e praticou um processo de formação de líderes no trabalho, para o trabalho e pelo trabalho – um dos tesouros a descobrir da educação empresarial brasileira”. A comprovação disso está na existência de pelo menos 10 empresas de construção, empresas expressivas na Bahia, dirigidas por homens educados e treinados por ele, demonstrando ser a sua construtora uma empresa sementeira, ou seja, produtora de talentos, destinados a crescer e se multiplicar em busca de novas áreas de ação, com inovação permanente e perpetuidade.

Sua herança e seu testamento:
Norberto Odebrecht herdou de seu pai, Emílio, além dos encargos da firma Emílio Odebrecht e Cia., de um lado, um passivo enorme, mas de outro lado um ativo ainda mais valioso: os mestres, contramestres e cabos-de-turma, treinados na dura escola dos canteiros de obra. Com estes homens, o apoio dos banqueiros, sua experiência pessoal nos canteiros de obra e seu talento, ele extinguiu o passivo e organizou uma empresa livre, enxuta e ágil. Foi o início de um crescimento contínuo. Hoje a ODEBRECHT é a maior construtora e maior petroquímica da América Latina e também a maior exportadora de serviços.

Na busca da perpetuidade de sua obra, e, querendo deixar aos seus colaboradores os frutos da sua experiência, deixou registrado em livros e conferências tudo quanto hoje se denomina Tecnologia Empresarial Odebrecht. Muito se tem escrito acerca de Norberto Odebrecht, do seu pensamento, da sua obra e da sua ação civilizadora e humanitária. Criou uma fundação que desenvolve o maior projeto social do Nordeste - o IDES - Instituto de Desenvolvimento do Baixo Sul. Vários prêmios lhe foram conferidos e se encontram expostos na Fundação Odebrecht, no Núcleo da Memória Odebrecht, em Salvador.

Seu nome já pode constar no Pantheon daqueles que dedicaram sua inteligência, sua vida e o seu espírito em benefício da humanidade, a exemplo de LEONARDO DA VINCI, ALBERT SCHWEITZER, HIDEYO NOGUCHI, JOMO KENYATA, NELSON MANDELA e outros predestinados.

Cabe ao final, um registro em forma de acróstico, de Rodolfo Coelho Cavalcante, no final do seu folheto de Cordel “Norberto Odebrecht – O Gigante do Nordeste”:

“Dr. Norberto Odebrecht
Os seus colaboradores
Lhe prestam esta homenagem
Nestes versos multicores
De amor e gratidão
Pelo seu bom coração
Em prol dos trabalhadores

Onde só reina o trabalho
Deus ajuda com amor
E aquele que tem valor
Brilha com intensidade.
Reina a Ordem no Progresso
E a luz na Retidão,
Com a coragem se vence;
Hoje, à grandeza pertence,
Tendo nobreza e ação.”



EMR - 08.10.2008



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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  • BADEN-POWELL, of Gilwell, Lord. Lições da Escola da Vida. Editora Escoteira, 1ª edição, Rio de Janeiro, 1986.

  • BADEN-POWELL, of Gilwell, Lord. Guia do Chefe Escoteiro. Editora Escoteira, Rio de Janeiro, 2006.

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  • DUMÊT, Eliana Bittencourt. Luiz Tarquínio, o Semeador de Idéias. Editora Gente, Bahia,1999.

  • GREGORIUS, Kurt. Bwana Mzungu, der Weisse Mann. Oficina Tipográfica Manu, Bahia, 1953.

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  • JAY, Antony. Maquiavel e Gerência de Empresas. 3ª edição. Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1979

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·         REVISTA do Instituto Genealógico da Bahia, Nº. 23, 2008.
·         REYNOLDS, E. E. Baden Powell- a Biography. Oxford University Press, London, 1957.

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  • VON, Cristina. Cultura de Paz. Editora Petrópolis, São Paulo, 2003.

  • WAISSMANN, Mário. Albert Schweitzer. Edições Melhoramentos, São Paulo, 1957.







HOMENAGEM PRESTADA A EMILTON ROSA POR OCASIAO DOS SEUS 88 anos em jun 2013

pelo Academico ....

Prezadas confreiras, confrades, amigos do Senhor Rosa presentes a este significativo evento.
Se observarmos com a intenção de entender profundamente, a simbologia visual do número oito, tão festejado pela ancestralidade cultural japonesa, por certo encontraremos na idade do homenageado desta noite, confrade Emilton Moreira Rosa, uma oportunidade em dobro, para comemorar com ele, os seus oitenta e oito anos de convivência abençoada com a vida.
Nascido em 9 de junho de 1925, dos pais Joviana e Paulo, empreendedores renomados em Maracangalha, que é sinônimo de “festa popular” e, ao mesmo tempo, um distrito de São Sebastião do Passé, ali, bem pertinho da Capital da Bahia. Foram atuantes também na área da educação, a ponto do jovem Emilton ter sido até, aluno da própria irmã Edite. Fiel escudeiro da inteligência, do ativismo e desde então, um guerreiro na arte determinada de ser leal, franco e generoso, qualidades que até hoje carrega no bojo de sua madura idade.
Se precisarmos desfilar, os feitos existenciais de sua trajetória de vida, nem precisaríamos dizer o quanto foi dedicado escoteiro.
E mais que isso, foi defensor dos nobres princípios do escotismo, a ponto de acariciar no peito, medalhas de bronze, de prata e de ouro.
Fazer o bem para Emilton é objetivo, é dever. É quase uma obsessão.
Contrair segundas núpcias, com a psicóloga Isabel Ceres Araújo, pode-se dizer que foi, como no dito popular: a junção da tampa com a panela, da corda com a caçamba, do beijo com a emoção.
2
Enfim, a junção de um coração a outro coração que batem no mesmo ritmo, na mesma cadência, na mesma intensidade, ao sabor da mesma melodia.
Apaixonados sempre, lá se vão dez anos.
Quem poderia supor que fosse compositor, por exemplo, e é, e dos bons, de hinos e canções, marchas e sambas, ranchos e valsinhas, principalmente em louvor à sua adorada Maracangalha. São dezenove canções ao todo. Algumas gravadas, outras ainda não, uma delas homenageia o nosso saudoso músico e compositor de enorme talento, Baden Powell, e, voando mais alto com a música “A Terra é Azul”, enaltece a epopéia de Yuri Gagarin.
Por falar em canções, o poeta e cantor Dorival Caymmi, não se sabe como, sabia: os Rosa, não foram para Maracangalha. Eles são a própria Maracangalha.
Caymmi segredou certa vez ao mundo inteiro, com a força do seu canto, que iria a Maracangalha... e foi.
Só por um dia, mas foi e cantou “Eu vou pra Maracangalha” pelo resto da vida.
Em Salvador fez seus estudos no Gynasio da Bahia, hoje Colégio Central e transitou com desenvoltura como cronista, em importantes jornais da cidade, como A Tarde e Tribuna da Bahia.
Juntando-se a Dr. Norberto Odebrecht, lá pelos idos de 1944 ajudou a semear os primeiros momentos daquela, hoje multinacional Organização Empresarial Odebrecht. Da condição de primeiro funcionário da primeira empresa do grupo, atingiu a função de Presidente da hoje Fundação Odebrecht. Durante uma trajetória de 37 anos, recebeu daquela empresa, muitas homenagens, aos 10, 20, 25, aos 35 anos, de dedicados serviços prestados àquela Organização.
3
Emilton foi sempre um destemido voluntário, fosse no escotismo, no Lions Internacional, no Exército Brasileiro, nas Faculdades, na Petrobrás, na Santa Casa de Misericórdia da Bahia, da qual é “irmão” e nas Obras Sociais Irmã Dulce onde é membro do Conselho.
Ao ser requisitado, lá estava ele, sempre emprestando sua inteligência, seu trabalho, seus conselhos, sua experiência, seu tempo e sua boa vontade, para ajudar àqueles que ainda hoje, dele venham a precisar.
Membro da Associação Comercial da Bahia, da Escola Superior de Guerra, do Instituto Geográfico e Histórico, do Instituto Genealógico da Bahia e desta Academia de Letras e Artes do Salvador-ALAS, que ora represento e, ah! sim, curiosamente,é o samurai número um de sua adorada Maracangalha.
Primeiro Samurai de Maracangalha? O que estaria fazendo um samurai, lá pras bandas daquele antigo lugarejo? Eu mesmo explico: A trabalho, andou lá pelas bandas do Japão, logo após a segunda grande guerra, mais exatamente em 1947, quando as mágoas da guerra estúpida, convenhamos, todas as guerras são estúpidas, ainda fechavam cicatrizes de ambos os lados.
Sensível, humano, apologista dos direitos da criança,do jovem e do idoso, cativou e foi cativado pelos hábitos e costumes nipônicos. Em 1987 ingressou na Fundação Cultural do Japão, em 1990 aderiu à Associação Cultural Brasil/Japão da Bahia e em 1995 participou ativamente das comemorações dos 100 anos da amizade entre os dois países.
No mesmo ano conheceu a Princesa Sayako e foi convidado para o posto de Primeiro Cônsul Honorário do Japão na Bahia, cargo ocupado a partir de 15 de junho de 1996 quando recebeu das mãos do Cônsul do Japão, Susumo Shibata, a comenda “Sol Nascente com Raios de Ouro” em reconhecimento aos serviços prestados, para a recomposição da amizade Nipo-Brasileira.
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Emilton, o ser humano, apesar do Rosa, pode ser fruto. Fruto de um desses persistentes cultivadores da perfeição. Não tem espinhos de nenhum tamanho. Nem de qualquer cor.
Seu caule foi trabalhado pela natureza divina, como uma cepa capaz de abrigar e amparar, jamais de rejeitar, qualquer forma de gratidão. Emilton cuja educação suave, serena, acolhedora, absorvida no aroma plural de Maracangalha, dá a impressão que foi forjado no cadinho suavizador da civilização japonesa. Talvez por isso mesmo, sua relação com o Japão, seja tão próxima e tão afinada.
Certa vez, reportando-me também ao feito científico do mesmo Yuri Gagarin, escrevi uma crônica que se intitulava
“A longa distância que aproxima” conceituando que muitas vezes à distância, a união melhor se revela.
Pela primeira vez se escutava publicamente de um russo, em plena guerra fria, uma frase neutra, livre, espontânea e acima de tudo unificadora, e pela cor, “A Terra é azul”. Gagarin não disse “A Terra é vermelha” e nem “O Brasil é Verde” ou mesmo Os Estados Unidos é cinza. Dali, daquele mundo silencioso e único, com a terra girando em seu próprio eixo, não existiam distâncias desiguais.
Todos estávamos diante da mesma glória ou do mesmo abismo.
Quem sabe não deveríamos ser, todos irmãos? A resposta só o futuro dirá. Mas ele, o Emilton, fez a sua parte. Atravessou o centro da terra como um super homem real e foi buscar irmandade, do outro lado do mundo.
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E como se isto não bastasse, teve a felicidade de reconhecer em outro país, pela primeira vez, todo o mundo de sua pequena Maracangalha, onde nasceu, cresceu e aprendeu a ser justo e bom.
Navegando a sinuosidade infinita do número oito, consagrado pela milenar cultura japonesa, observamos nos oitenta e oito anos de Emilton, só encontros.
Encontros que deslizam, que se entrelaçam permanentemente, sem rupturas, compondo repetidamente o que ele sinceramente acredita: que somos todos irmãos.Nações, povos, províncias, Maracangalhas...
O que importa, é que somos todos iguais. Com cabeça, tronco, membros, inteligência e sorrisos. O resto é complemento...
Assim tem sido Emilton Moreira Rosa, dos 8 aos 88 anos. Afinal quem melhor há de saber desses feitos silenciosos, discretos, memoráveis? Com certeza a sua idolatrada Ceres humana... Quem sabe? a deusa romana dos cereais, das colheitas, do alimento e, portanto ... da vida.
Parabéns Emilton Moreira Rosa.

Muito obrigado Senhoras e Senhores.

Um comentário:

  1. Salvador, 19 de setembro de 2016.


    EMILTON ROSA, A TRAJETÓRIA BRILHANTE DE UM HOMEM SIMPLES.

    AUTORA: IZABEL CERES ARAÚJO ROSA


    Tive o prazer de cumprimenta-los no evento quando me deu o livro, bem escrito e bem editado. Risquei o livro quase todo, me fez lembrar Clériston Andrade, senador Antônio Carlos Magalhães, pessoas do meu relacionamento. Falou em Dr. Norberto Odebrecht, não sabia que o pai de Dr. Norberto o nome era Emílio.

    “Sempre foi um dos seus lemas, ações boas e boas ações”, coloquei na relação que tenho de frases que gosto.

    Falou no Hospital Santo Antônio, tenho saudade de Irmã Dulce. Dr. Roberto Campos, tive oportunidade de conversar com o mesmo num hall de um hotel em Nova York. Dr. João Falcão, tenho o retrato em minha sala de trabalho. Monsenhor Gaspar Sadoc, o visito periodicamente.

    O engenheiro Vasco Neto tive oportunidade de estar com ele uma vez. Cruz Rios, pessoa da admiração de meu pai. Imbassahy sempre cordial comigo, como também Dr. Paulo Souto. Levi Vasconcelos, leio a coluna todo dia. Margarete Menezes, minha amiga.

    Essa de chamar a esposa de Viagra é original. O Instituo Geográfico e Histórico da Bahia, frequento. Que história bonita, o primeiro funcionário da construtora Norberto Odebrecht, tenho afinidade com Dr. Emílio, Dr. Maurício Odebrecht é amigo.

    Falou na força do casamento. Da “Doce Maracangalha”, mandei comprar o disco, já ouvi, mas quero ouvir novamente. Zezito Pena, pessoa de meu relacionamento. De tudo, o mais bonito é a história de vida de Dr. Emilton Rosa, quanto gostei de ler. PARABÉNS, mais cem aniversários.



    José Mendonça
    joseandrademendonca@hotmail.com

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